Eu, de fato prefiro acreditar num Deus(es) cheio (d)efeito, numa criatura mais humana, que depois de tudo ainda se sinta incrédula. que diante da beleza, da sensibilidade, sinta-se cheia de si mesma e diga: sou Divino!
e acho que isso encerra toda a questão. Se to be or not to be, essa grande pergunta, inquietação, esvai-se, quase evapora de tanto que anda.
Sou mesmo cada vez mais de Raimundo, meu pai, que antes de perguntar: por quê a dor? sabia que essa ensinava a gemer.
Então é pra rir mesmo, e muito, cada vez mais celebrar a vida.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Terra Barbara Jader de Carvalho
Ronaldo Agostinho
Terra Bárbara de Jader de Carvalho
Imagens Clébio Viriato ribeiro
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Anatomia das "coisa" Encalhadas ou como encalhamos a nós mesmo e o que sentimos
Eita que fui assistir uma amiga minha fazendo arte e lá chegando tinha outro amigo meu que que já fizemos arte os três e tinha outra amiga que tá fazendo arte, acho que encalhamos na arte de construir a nós mesmo.
Perceber que estamos sempre em construção talvez seja o que nos move. Move pra onde é que são elas. Bem quero mesmo é registrar o que senti, o que percebi nessa fruição total entre o eu do assistir-compartilhar-criticar e o nós que fazíamos arte.
Primeiro: dança Sílvia, você é linda dançando, quando você dança minha alma dança junto, e quando minha alma dança ela vai de encontro a Deus, por isso, pelo bem da minha alma e da sua e da do João e da Fernanda e de todos nós os outros mortais que dançamos pouco dance mais.
Adoro dançar contigo e tudo em mim na apresentação foi mentira, chorei pouco abracei pouco, queria ter te pego, te rodopiado, passado pelos meus ombros, rodopiado pelas costas corrido em direção ao mar e depois te girar vinte e nove vezes para juntos irmos ao paraíso.
Dança sílvia que teu dançar é como o canto da cotovia, um dom divino. deixem, que digam que arte é mercadoria, produto, não tem nada de divino, (risos) tolos não sabem o que é Dançar.
sábado, 22 de outubro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Coisas Palavras e Canções
Que inteligente esse menino Sidney. Quando o conheci no Colégio de Direção ele era cantor, virou ator e hoje já comemora 45 anos de Teatro. Acho mesmo que se encontrou como Diretor.
Brincadeiras de lado, o que me motivou a escreve é o que senti vendo Ary Sherlock em cena. O quanto ainda se há para aprender com essa figura impoluta, majestosa até. dá-lhe Ary.
Boa Direção do Sidney, espaço bem utilizado, boa luz, boa condução do roteiro, mas principalmente, o aproveitamento dos recursos do ator.
É claro que alguns momentos a figura do Ary, toma conta da cena, a quebra da quarta parede parece longa demais, apenas para num rompante nos arrebatar de volta ao cênico, ao teatral. Bravo!
Podemos mesmo dizer: è um espetáculo bem Teatral! e dizê-lo sem ter medo de sermos óbvios, de sermos caricatos.
Aprendi com o Ary ontem o que não aprendi em mais de 10 anos de convivência. è preciso resistir, ter estilo e principalmente doar-se.
É sempre emocionante ver um bom ator em cena.
Bravo!
Brincadeiras de lado, o que me motivou a escreve é o que senti vendo Ary Sherlock em cena. O quanto ainda se há para aprender com essa figura impoluta, majestosa até. dá-lhe Ary.
Boa Direção do Sidney, espaço bem utilizado, boa luz, boa condução do roteiro, mas principalmente, o aproveitamento dos recursos do ator.
É claro que alguns momentos a figura do Ary, toma conta da cena, a quebra da quarta parede parece longa demais, apenas para num rompante nos arrebatar de volta ao cênico, ao teatral. Bravo!
Podemos mesmo dizer: è um espetáculo bem Teatral! e dizê-lo sem ter medo de sermos óbvios, de sermos caricatos.
Aprendi com o Ary ontem o que não aprendi em mais de 10 anos de convivência. è preciso resistir, ter estilo e principalmente doar-se.
É sempre emocionante ver um bom ator em cena.
Bravo!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Dúvidas?
Quando fazer o que fazer?
quando vira o respeito?
Quantos buraco ainda cavarei
como oportunidade?
(É) ventos não marcam
Derrubam.
"Você é a palmeira
você é po grito que ninguém escutou
entretanto você caminha melancolico
e vertical...."
Até quando Drummont?
Até que caia um coco na cabeça de quem?
A cultura se institui pela permanência
Por que as competências nunca são
de quem as tem?
Isso deve ser a morte!
quando vira o respeito?
Quantos buraco ainda cavarei
como oportunidade?
(É) ventos não marcam
Derrubam.
"Você é a palmeira
você é po grito que ninguém escutou
entretanto você caminha melancolico
e vertical...."
Até quando Drummont?
Até que caia um coco na cabeça de quem?
A cultura se institui pela permanência
Por que as competências nunca são
de quem as tem?
Isso deve ser a morte!
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