sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Deus(es)

Eu, de fato prefiro acreditar num Deus(es) cheio (d)efeito, numa criatura mais humana, que depois de tudo ainda se sinta incrédula. que diante da beleza, da sensibilidade, sinta-se cheia de si mesma e diga: sou Divino!
e acho que isso encerra toda a questão. Se to be or not to be, essa grande pergunta, inquietação, esvai-se, quase evapora de tanto que anda.
Sou mesmo cada vez mais de Raimundo, meu pai, que antes de perguntar: por quê a dor? sabia que essa ensinava a gemer.
Então é pra rir mesmo, e muito, cada vez mais celebrar a vida.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Anatomia das "coisa" Encalhadas ou como encalhamos a nós mesmo e o que sentimos

Eita que fui assistir uma amiga minha fazendo arte e lá chegando tinha outro amigo meu que que já fizemos arte os três e tinha outra amiga que tá fazendo arte, acho que encalhamos na arte de construir a nós mesmo.
Perceber que estamos sempre em construção talvez seja o que nos move. Move pra onde é que são elas. Bem quero mesmo é registrar o que senti, o que percebi nessa fruição total entre o eu do assistir-compartilhar-criticar e o nós que fazíamos arte. 

Primeiro: dança Sílvia, você é linda dançando, quando você dança minha alma dança junto, e quando minha alma dança ela vai de encontro a Deus, por isso, pelo bem da minha alma e da sua e da do João e da Fernanda e de todos nós os outros mortais que dançamos pouco dance mais.

Adoro dançar contigo e tudo em mim na apresentação foi mentira, chorei pouco abracei pouco, queria ter te pego, te rodopiado, passado  pelos meus ombros, rodopiado pelas costas corrido em direção ao mar e depois te girar vinte e nove vezes para juntos irmos ao paraíso.

Dança sílvia que teu dançar é como o canto da cotovia, um dom divino. deixem, que digam que arte é mercadoria, produto, não tem nada de divino, (risos) tolos não sabem o que é Dançar.

sábado, 22 de outubro de 2011

Busca

Hoje apesar de ontem
procurei coisas lindas
na rua nem deu tempo
por isso procurei na net!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Coisas Palavras e Canções

Que inteligente esse menino Sidney. Quando o conheci no Colégio de Direção ele era cantor, virou ator e hoje já comemora 45 anos de Teatro. Acho mesmo que se encontrou como Diretor.

Brincadeiras de lado, o que me motivou a escreve é o que senti vendo Ary Sherlock em cena. O quanto ainda se há para aprender com essa figura impoluta, majestosa até. dá-lhe Ary.

Boa Direção do Sidney, espaço bem utilizado, boa luz, boa condução do roteiro, mas principalmente, o aproveitamento dos recursos do ator.

É claro que alguns momentos a figura do Ary, toma conta da cena, a quebra da quarta parede parece longa demais, apenas para num rompante nos arrebatar de volta ao cênico, ao teatral. Bravo!

Podemos mesmo dizer: è um espetáculo bem Teatral! e dizê-lo sem ter medo de sermos óbvios, de sermos caricatos.

Aprendi com o Ary ontem o que não aprendi em mais de 10 anos de convivência.  è preciso resistir, ter estilo e principalmente doar-se.

É sempre emocionante ver um bom ator em cena.

Bravo!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Dúvidas?

Quando fazer o que fazer?
quando vira o respeito?
Quantos buraco ainda cavarei
como oportunidade?
(É) ventos não marcam
Derrubam.
"Você é a palmeira
você é po grito que ninguém escutou
entretanto você caminha melancolico
e vertical...."
Até quando Drummont?
Até que caia um coco na cabeça de quem?
A cultura se institui pela permanência
Por que as competências nunca são
de quem as tem?
Isso deve ser a morte!