Que inteligente esse menino Sidney. Quando o conheci no Colégio de Direção ele era cantor, virou ator e hoje já comemora 45 anos de Teatro. Acho mesmo que se encontrou como Diretor.
Brincadeiras de lado, o que me motivou a escreve é o que senti vendo Ary Sherlock em cena. O quanto ainda se há para aprender com essa figura impoluta, majestosa até. dá-lhe Ary.
Boa Direção do Sidney, espaço bem utilizado, boa luz, boa condução do roteiro, mas principalmente, o aproveitamento dos recursos do ator.
É claro que alguns momentos a figura do Ary, toma conta da cena, a quebra da quarta parede parece longa demais, apenas para num rompante nos arrebatar de volta ao cênico, ao teatral. Bravo!
Podemos mesmo dizer: è um espetáculo bem Teatral! e dizê-lo sem ter medo de sermos óbvios, de sermos caricatos.
Aprendi com o Ary ontem o que não aprendi em mais de 10 anos de convivência. è preciso resistir, ter estilo e principalmente doar-se.
É sempre emocionante ver um bom ator em cena.
Bravo!

Eita mah!! Concordo quando o senhor fala da quebra da quarta parede axo que às vezes é longa mesmo, mas ele sempre retoma de forma magestral!!
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