Eu, de fato prefiro acreditar num Deus(es) cheio (d)efeito, numa criatura mais humana, que depois de tudo ainda se sinta incrédula. que diante da beleza, da sensibilidade, sinta-se cheia de si mesma e diga: sou Divino!
e acho que isso encerra toda a questão. Se to be or not to be, essa grande pergunta, inquietação, esvai-se, quase evapora de tanto que anda.
Sou mesmo cada vez mais de Raimundo, meu pai, que antes de perguntar: por quê a dor? sabia que essa ensinava a gemer.
Então é pra rir mesmo, e muito, cada vez mais celebrar a vida.