quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Anatomia das "coisa" Encalhadas ou como encalhamos a nós mesmo e o que sentimos

Eita que fui assistir uma amiga minha fazendo arte e lá chegando tinha outro amigo meu que que já fizemos arte os três e tinha outra amiga que tá fazendo arte, acho que encalhamos na arte de construir a nós mesmo.
Perceber que estamos sempre em construção talvez seja o que nos move. Move pra onde é que são elas. Bem quero mesmo é registrar o que senti, o que percebi nessa fruição total entre o eu do assistir-compartilhar-criticar e o nós que fazíamos arte. 

Primeiro: dança Sílvia, você é linda dançando, quando você dança minha alma dança junto, e quando minha alma dança ela vai de encontro a Deus, por isso, pelo bem da minha alma e da sua e da do João e da Fernanda e de todos nós os outros mortais que dançamos pouco dance mais.

Adoro dançar contigo e tudo em mim na apresentação foi mentira, chorei pouco abracei pouco, queria ter te pego, te rodopiado, passado  pelos meus ombros, rodopiado pelas costas corrido em direção ao mar e depois te girar vinte e nove vezes para juntos irmos ao paraíso.

Dança sílvia que teu dançar é como o canto da cotovia, um dom divino. deixem, que digam que arte é mercadoria, produto, não tem nada de divino, (risos) tolos não sabem o que é Dançar.

sábado, 22 de outubro de 2011

Busca

Hoje apesar de ontem
procurei coisas lindas
na rua nem deu tempo
por isso procurei na net!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Coisas Palavras e Canções

Que inteligente esse menino Sidney. Quando o conheci no Colégio de Direção ele era cantor, virou ator e hoje já comemora 45 anos de Teatro. Acho mesmo que se encontrou como Diretor.

Brincadeiras de lado, o que me motivou a escreve é o que senti vendo Ary Sherlock em cena. O quanto ainda se há para aprender com essa figura impoluta, majestosa até. dá-lhe Ary.

Boa Direção do Sidney, espaço bem utilizado, boa luz, boa condução do roteiro, mas principalmente, o aproveitamento dos recursos do ator.

É claro que alguns momentos a figura do Ary, toma conta da cena, a quebra da quarta parede parece longa demais, apenas para num rompante nos arrebatar de volta ao cênico, ao teatral. Bravo!

Podemos mesmo dizer: è um espetáculo bem Teatral! e dizê-lo sem ter medo de sermos óbvios, de sermos caricatos.

Aprendi com o Ary ontem o que não aprendi em mais de 10 anos de convivência.  è preciso resistir, ter estilo e principalmente doar-se.

É sempre emocionante ver um bom ator em cena.

Bravo!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Dúvidas?

Quando fazer o que fazer?
quando vira o respeito?
Quantos buraco ainda cavarei
como oportunidade?
(É) ventos não marcam
Derrubam.
"Você é a palmeira
você é po grito que ninguém escutou
entretanto você caminha melancolico
e vertical...."
Até quando Drummont?
Até que caia um coco na cabeça de quem?
A cultura se institui pela permanência
Por que as competências nunca são
de quem as tem?
Isso deve ser a morte!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Quem não sabe se representar, não se conhece!

Trialogo uma conversa sobre Literatura
Este espetáculo foi criado, para além de difundir as escolas literárias brasileiras. Tem o indicativo de um cam inho. Mostra a relação do homem com o seu tempo.