sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Anatomia das "coisa" Encalhadas ou como encalhamos a nós mesmo e o que sentimos

Eita que fui assistir uma amiga minha fazendo arte e lá chegando tinha outro amigo meu que que já fizemos arte os três e tinha outra amiga que tá fazendo arte, acho que encalhamos na arte de construir a nós mesmo.
Perceber que estamos sempre em construção talvez seja o que nos move. Move pra onde é que são elas. Bem quero mesmo é registrar o que senti, o que percebi nessa fruição total entre o eu do assistir-compartilhar-criticar e o nós que fazíamos arte. 

Primeiro: dança Sílvia, você é linda dançando, quando você dança minha alma dança junto, e quando minha alma dança ela vai de encontro a Deus, por isso, pelo bem da minha alma e da sua e da do João e da Fernanda e de todos nós os outros mortais que dançamos pouco dance mais.

Adoro dançar contigo e tudo em mim na apresentação foi mentira, chorei pouco abracei pouco, queria ter te pego, te rodopiado, passado  pelos meus ombros, rodopiado pelas costas corrido em direção ao mar e depois te girar vinte e nove vezes para juntos irmos ao paraíso.

Dança sílvia que teu dançar é como o canto da cotovia, um dom divino. deixem, que digam que arte é mercadoria, produto, não tem nada de divino, (risos) tolos não sabem o que é Dançar.

2 comentários:

  1. Lindo Ronaldo.lindo você, imaginei toda a cena, nós rodopiando vertiginosamente até chegar ao Paraíso, onde todos dançam juntos......

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    1. Sílvia as memórias são minhas tauagens
      E esse dia, essa sensação está tatuada na alma

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